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Mostrando postagens de 2021

Retrospectiva 2021

 Chegou aquele dia em que eu paro pra refletir sobre como foi meu ano, se eu realizei minhas resoluções de ano novo, e o que mudou em 365 dias.  Primeiro eu quero começar falando que, mesmo que 2020 tenha sido o ano mais difícil pra muita gente, pra mim, 2021 foi pior. Principalmente o segundo semestre. O começo do ano estava tudo certo. Eu finalmente encontrei uma rotina que funcionava pra mim, comecei a fazer dieta e me alimentar bem (resolução bem sucedida!), e tava tudo maravilhoso. Na metade do ano, parece que as estrelas se alinharam especialmente para me deixar mal. Eu não consegui seguir a dieta tão certinho quanto antes, eu comecei a ficar mal por causa da pandemia, e já estava de saco cheio de não poder fazer nada, e aí, pra fechar com chave de ouro, fomos expulsos do apartamento e tínhamos 30 dias pra sair. A mudança foi o caos que eu não precisava naquele momento que eu estava vivendo. Foi o que fez com que o meu copo, que já estava cheio, transbordasse. A partir d...

Então é Natal...

 O Natal chegou, e junto com ele, aquela reflexão boa de o que você fez e onde você está na vida. Eu tenho alguns desses momentos pelo ano, mas a maioria deles cai no final do ano: Meu aniversário, Natal e Ano novo. No meu aniversário, minha reflexão não foi tão boa quanto eu esperava, afinal foi bem na época de TPM, mas essa agora do Natal, eu acho que vai ser boa sim.  Ontem fizemos o Natal na casa dos meus Tios Dani e Tânia. E sinceramente, foi um Natal muito bom. Eu sei que muito do que eu senti, foi porque eu estava bem comigo mesma, mas eu me senti acolhida, amada e me senti parte da família (coisa que não acontecia a muuuuito tempo). Eu nunca me senti parte da família com a família do meu pai, e não me sinto parte da família da minha mãe provavelmente desde que meu avô morreu, ou talvez um pouco antes disso. Mas ontem foi diferente. Ontem eu senti que todos estavam no clima de Natal (ou como eu imagino que o Natal deveria ser), com o coração aberto, e aceitando e dando ...

Trintei

 É, a idade chega pra todo mundo, inclusive pra mim. Hoje eu to fazendo 30 anos(eu ainda não consigo acreditar). E vim aqui escrever o post que eu tava me enrolando a duas semanas. Eu não me sinto com 30 anos. Eu me sinto com 25 no máximo. Eu sinto que eu to em um ponto da minha vida em que eu me sinto bem comigo mesma. Eu sinto que eu já vivi o bastante pra aprender muita coisa, mas eu ainda não vivi o suficiente pra chegar onde eu quero chegar. Por incrível que pareça, eu to feliz. Eu aprendi a entender o meu corpo e a minha mente. Eu aprendi a me respeitar e dar valor ao meu jeito de ser. Eu aprendi a me amar do jeitinho que eu sou, com as minhas gordurinhas, minha timidez, minhas TPMs. E cada vez mais eu percebo todas as coisas boas da minha vida(que não são poucas). Uma ou duas semanas atrás(que por acaso era época de TPM), quando eu ia escrever esse post, minha intenção era fazer um apanhado de coisas que eu gostaria de ter feito quando eu chegasse nos 30 e não fiz, mas agora...

(Acabou sendo) Sobre os dois meses mais difíceis dos últimos anos...

 Eu não postei nada mês passado, que foi o mês das minhas férias, mas não me sinto mal, porque eu escrevi diariamente no Notion e em um blog que eu criei para registrar esse período em específico.  Mas outubro e novembro foram dois meses muito difíceis pra mim. Eu entrei em outubro achando que ia aproveitar as minhas férias, e com muitos planos de tudo o que eu ia fazer, quando eu descubro que não, eu não ia aproveitar as minhas férias, porque a gente teria que sair do apartamento. O contrato venceu no final de setembro, e só ficamos sabendo que teríamos que sair dia 13 de outubro (no meu primeiro dia de férias), a partir de uma carta. A imobiliária não entrou em contato antes para avisar, nem nada. E a partir da data de recebimento dessa carta, teríamos 30 dias para desocupar o apartamento. Eu passei as minhas férias e o mês inteiro de novembro estressada, nervosa, ansiosa, e ouso dizer, até um pouco depressiva. Na última mudança, eu tive bastante ajuda do Paulinho. Ele não e...

Desabafo de uma quase trintona...

 Eu to desanimada. Por quê? Eu não sei. Eu só sei que eu tô, e gostaria muito de descobrir. E por isso que eu to escrevendo esse post, meio do nada. E assim que eu comecei a escrever eu já pensei em alguns motivos que poderiam estar influenciando meu humor desse jeito.  O primeiro é meus 30 anos chegando. Eu sei que eu falei over and over again que eu não ia deixar a idade me afetar, porque o que importa é como eu me sinto, e eu me sinto bem. E isso ainda é verdade. Mas ao mesmo tempo não é, porque, não sei se é psicológico, mas quanto mais perto eu chego do meu aniversário, mais o meu corpo passa a reclamar de tudo. Meu colesterol tá alto, eu to voltando a sentir dor de exercício, estou voltando a ficar roxa do pole, estou tendo umas dores aleatórias que aparecem do nada. Outro dia, eu me abaixei, e meu joelho ficou dois dias doendo. Então, é. Eu não estou tão feliz assim de estar chegando nos 30 anos, ainda que eu tenha falado que é só um número e blá blá blá. O segundo é aq...

Sobre o Pole Dance e Campeonatos no futuro...

Não sei se ainda lembram, mas uma das minhas resoluções para o ano de 2021 era/é "Participar de um campeonato/competição de Pole Dance" e como a pandemia não facilitou esse ano, ainda estamos com tudo fechado, e as competições ainda não sabem se abrem ou fecham, não tiveram muitas oportunidades para isso acontecer, assim como eu imaginei que poderia acontecer quando fiz essa resolução. Não dei muita prioridade pra ela, porque iria depender de coisas além do meu controle.  Poorém, algo aconteceu duas semanas atrás (e era pra eu ter postado isso antes, mas né...) e foi algo bem legal que vai colocar em ação essa resolução. A Karla, minha professora de Pole Dance, me escolheu, junto com 4 outras meninas, para fazer parte do time de atletas para competições. As competições que nós vamos participar, vão ser só no ano que vem, mas começaremos a nos preparar desde já, então, por mais que a resolução não seja realizada esse ano, esse ano já entramos no processo de realizar.  Eu sei q...

Sobre o destino e a próxima tatuagem...

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Essa semana, eu finalmente marquei minha próxima tatuagem. Com a  Jesselyn Brizola . E com isso, eu achei que eu deveria escrever aqui sobre o significado dessa tatuagem (porque, por enquanto, todas as minhas tatuagens  têm  significados importantes pra mim). Essa tatuagem ainda não tem arte pronta, e eu só vou ver como vai ser, de fato, em outubro (daqui a 2 meses), mas a frase chave dessa tatuagem é o famoso "Wyrd bid ful araed". Aquela frase que eu já fiz pelo menos uns 2 posts nesse blog sobre. E agora teremos mais um, porque é o significado da minha próxima tatuagem. O destino é inexorável. Tudo que acontece na nossa vida, acontece por um motivo. As vezes a gente não sabe qual é o motivo, mas no final, sempre tem um motivo. As vezes coisas difíceis acontecem pra nos mostrar como a gente é forte. As vezes coisas ruins acontecem pra fazer a gente dar valor as coisas boas. As vezes são coisas que na hora parecem ruins, mas acabam te fazendo crescer e evoluir. Eu queria ...

Self-cutting

Trigger Warning: Self-harming content. Como pode? Como pode ser possível que palavras e sentimentos doam tanto? Dói de uma forma diferente do que um joelho ralado, ou um roxo na canela. Não é uma dor localizada, não tem como a gente passar um remédio e fazer ficar melhor. É uma dor que parece que ocupa o corpo inteiro e que não tem o que fazer pra passar.  Eu chorava. De dor, e frustração. Porque doía e não tinha nada que eu pudesse fazer para melhorar. Até que eu descobri uma forma de não doer tanto. Substituindo a dor psicológica, a dor no corpo inteiro, a dor impossível de ser ignorada, pela dor física, a dor localizada em um ponto fixo do corpo, a dor que depois de colocar um band-aid, passa. A dor física foi o meu escape para a dor psicológica. uma forma de evitar o sofrimento intenso que eu sentia por dentro, me fazendo focar num sofrimento instantâneo por fora.  Eu me cortava, pois era o jeito mais fácil de sentir dor de uma forma controlada. Eu me cortava porque era as...

Sobre trabalhar na manutenção de relacionamentos...

 Ninguém disse que ia ser fácil. Relacionamentos não são fáceis. É preciso trabalhar, as vezes trabalhar muito, para que um relacionamento dê certo. As vezes só o amor não é o suficiente. Eu não estou falando só em questão de romance, namoro, casamento. Mas a amizade também funciona assim. É preciso trabalhar duro para ter um relacionamento. As vezes é preciso ouvir coisas que você não quer ouvir. As vezes é preciso falar coisas que você não quer falar. E as vezes, é preciso simplesmente estar presente, e Deus sabe o quanto tem sido difícil estar presente. E eu sei que não está sendo só comigo. Estamos em um momento na história em que estar presente requer MUITO de uma pessoa. Ao mesmo tempo que é muito fácil, pois temos redes sociais, aplicativos de mensagens instantâneas e algumas outras facilidades, é muito difícil conseguir "se conectar" com as pessoas estando longe. Pelo menos pra mim. Eu tenho muita dificuldade em iniciar, ou até mesmo manter, uma conversa "online...

Sobre possíveis novos desafios...

 Ok, vamos começar do começo. Esse ano vai fazer 5 anos que eu pratico Pole Dance. E eu sinceramente achava que o próximo passo nessa trajetória seria participar de uma competição/campeonato. Mas logo quando eu decidi que iria participar de um campeonato, veio a pandemia, e não teve campeonato, as competições foram canceladas, e as únicas que estavam tentando fazer online, eram as de Pole Art (que não é muito o meu estilo). E com isso, lá se vai meu próximo passo. Aí, recentemente (mês passado, para ser mais específica), a Elô postou no instagram  uma chamada para uma audição, para pessoas interessadas em trabalhar como instrutores de Pole Dance. E aquilo deu uma cutucada no meu interesse, e pela primeira vez eu pensei em dar aula de Pole. Até me coçou o dedo para "me inscrever", mas eu sei que o que ela busca não tem nada a ver comigo. O estilo dela não tem nada a ver comigo. Então só deixei passar e tentei esquecer. E nunca falei disso com ninguém. Aí, segunda-feira(17/05),...

Aprendendo a ouvir o meu corpo

Olá e bem vindos ao meu TEDTalk. Haha. Mentira, isso aqui não é um TEDTalk, não. É só uma coisinha que eu tenho percebido que finalmente, depois de quase 30 anos vivendo nesse corpo, eu aprendi. E o que eu aprendi é: Ouvir meu corpo. E olha que tem me feito tão bem, finalmente ter aprendido isso, que eu resolvi que iria escrever sobre. Aprender a ouvir seu corpo é tão importante, que abrange várias e várias áreas da sua vida. Abrange a parte psicológica, a parte física, a parte profissional, e parte familiar, e provavelmente todas elas. Porque o nosso corpo é tão louco, que muitas vezes ele resolve mostrar no corpo, os problemas que você tá tendo na mente! Pra mim, por exemplo, quando eu fico estressada, nervosa ou ansiosa, meu primeiro sintoma é o estômago. Quando eu não to bem do estômago, 90% das vezes é psicológico (e os outros 10%, provavelmente, é porque eu me entupi de comida). E sinceramente, meu corpo me mostra cada vez mais que sabe mais de mim do que eu percebo. Tem dias que...

A Saga da Internet 2020/2021

 Tudo começou com a mudança. Pegamos as chaves do nosso novo apartamento dia 30 de Setembro de 2020. Não sei a data exata em que pedimos a instalação pela primeira vez, mas sei que a data máxima da instalação estava marcada para o dia 22 de Outubro de 2020. Até esse momento, estávamos esperando a instalação da internet para que pudéssemos nos mudar. Alguns dias antes, ligaram falando que iam ter que adiar essa data para o dia 18 de Novembro de 2020, por causa de uma obra que estava sendo realizada na região. Como queríamos mudar o quanto antes (em novembro, já seria quase dois meses que estaríamos pagando aluguel e não estaríamos morando por causa da falta de internet), decidimos cancelar e tentar outra provedora de internet, a Claro. O Agendamento da Claro foi realizado super rápido. No começo da semana (assim que cancelamos a Copel, por volta do dia 19/10), marcamos para quinta ou sexta-feira (22-23/10) no período da tarde. Durante esses dois dias, o Paulinho passou a tarde no ap...

Desabafos de Pandemia...

 Fazia tempo que eu não ficava "triste". Eu não diria que é triste (sem aspas) porque eu não to triste de verdade. Eu só não to bem. Não to feliz como tenho estado nos últimos dias. E eu to tentando pensar em porque eu estou assim e não consigo descobrir. Todos os motivos que eu consigo pensar para não estar bem foram racionalizados e eu já vi que não tem porque eu estar assim. Então porque eu ainda estou? Não faz sentido. Eu estou chateada com toda essa pandemia, estou desanimada e sem vontade de fazer nada hoje, estou com sono porque acho que eu não dormi muito bem essa noite. Eu sonhei com coisas estranhas, e sonhei que estava grávida, mas eu não estava feliz de estar grávida, só estava doendo e sendo desconfortável. Sonhei também com a Carly e acordei com uma nostalgia e vontade de estar de novo em Ashland. E acho que assistir Grey's Anatomy ontem também não me ajudou. Me fez pensar mais na pandemia, e em quanto os médicos estão sofrendo com tudo isso. Perdendo pacien...

Sobre o Pole Dance (2.0)...

 Sexta-feira passada (05/02) saiu um documentário no Netflix, teoricamente, sobre Pole Dance. É lógico que eu fiquei empolgadíssima pra assistir, afinal já faz 4 anos que Pole Dance é minha paixão, e sempre foi uma dança/esporte muito underground, que ninguém sabia muito bem o que era, e tudo mais. Um documentário com certeza vai fazer as pessoas aprenderem mais sobre o Pole Dance, sobre as vertentes do Pole, descobrir que o Pole não é só dança de stripper. Pole pode ser um esporte, pode ser uma arte, e também pode ser dança, tudo depende do seu estilo. E o meu estilo não é dança.  Claro, acho lindo quem dança no Pole, acho maravilhoso quem consegue se expressar quase como se fosse um teatro. Mas o meu estilo de Pole, é voltado para o esporte. Eu gosto de fazer os movimentos, juntar um movimento com o outro, ver até onde eu aguento me segurar na barra, sem encostar no chão. E eu queria que o documentário mostrasse que existem pessoas que fazem pole como exercício, mesmo. Porém...

Sobre Filhos...

 Eu nunca quis ter filhos. Primeiro porque achava desnecessário. Filhos iriam me impedir de fazer tanta coisa legal que eu poderia fazer na minha vida. Não ia poder viajar, não ia poder ter o trabalho dos meus sonhos, não ia poder viver a vida sem planejamento que eu queria ter. Segundo porque eu não tinha ninguém que me fizesse cogitar a hipótese de dividir essa tarefa extra difícil, de criar um ser humano, e ensinar ele a ser uma pessoa boa. Terceiro, E SE por acaso eu acabasse errando alguma coisa e meu filho (ou filha), acabar com depressão, ou algum problema mental por causa de mim? Isso iria ficar pra sempre na minha consciência. E talvez por eu ter tido problemas, esse sempre foi o principal motivo de eu não querer ter filho.  Depois que eu cresci um pouco mais, descobri mais um motivo para eu não querer ter filho: A gravidez e o parto. Eu não consigo nem imaginar a hipótese de passar por todo o processo de engordar, ter náusea, sofrer por 9 meses, pra no final, ter que...

Resoluções para 2021

 Chegamos mais uma vez naquela época do ano. Chegamos no dia em que recomeçamos a contagem a 365. E o primeiro dia do ano tem que ter minhas habituais resoluções de ano novo. Esse ano, além da lista de coisas que eu quero fazer, eu também quero deixar uma cartinha pra Pri do futuro, a Pri de 30 anos. E como aqui é o meu blog, é o meu cantinho, eu posso fazer o que eu quiser. Então vamos começar pela listinha. Ano passado eu fiz uma lista de 6 itens, e foram itens mais abrangentes, e deu super certo. Vou tentar de novo da mesma forma esse ano. 1. Cuidar melhor da minha alimentação. Talvez ir numa nutricionista? Eu não sei direito o que entra nesse ponto, mas eu sei que é o ponto principal no que eu estou pecando na minha saúde. Eu estou dormindo bem, me exercitando, cuidando da minha saúde mental o melhor que eu posso, mas quando se trata da alimentação, eu sei que não estou indo particularmente bem. Tá certo que esse final de ano foi mais difícil, porque não tínhamos fogão, e tivem...