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Mostrando postagens de setembro, 2009

Mãe é mãe...

Eu acredito que assim que as mulheres viram mães, Deus joga lá de cima um dom a mais. O dom de envergonhar o filho(a). Porque não é possível a gente nascer com esse dom. Eu sei que eu não tenho. Agora vocês me perguntam: De onde eu tirei isso... MINHA MÃE É LOUCA, galera! Eu acho que eu nunca falei pra ninguém. Escrevi no meu facebook, uma vez, mas não sei se alguem leu. Mas que seja. O fato é que quando eu era BEEM pequena, tinha no máximo 7 anos, eu dei meu primeiro selinho um um menino. O Bernardo. Ele era loirinho, tãão bonitinho... E, acreditem ou não, ontem eu saí com a minha mãe, e encontramos ele e a mãe dele. Minha mãe o reconheceu na hora, já eu, precisei ouvir o nome dele e de onde eu o conhecia pra lembrar. Devo ter ficado vermelha na hora, mas relevemos esse fato. Continuei negando que o conhecia. Minha mãe tinha que dar aquele comentário, e então disse: "Como não lembra Prih?! Foi seu primeiro beijo, embaixo do mesa!" Nessa hora, os dois ficaram vermelhos, r...

Um mês!

Um mês. Amanhã faz um mês e só então eu percebo o quando passou rápido. E então eu percebo que três meses, quatro meses, e até mesmo seis meses de namoro é pouca coisa! Pouquíssima coisa. Se um mês passou como uma semana, quatro meses teoricamente pareceria um mês! Tá, eu sei que estou pirando aqui, mas me deem uma chance pra me explicar. Eu nunca consegui namorar de verdade. Meu último namoro durou uns cinco meses, sendo que apenas dois deles eu realmente estive "junto". E por incrível que pareça, esses três meses que eu não estive junto, eu não senti falta. E agora, um mês se passou, eu fiquei duas semanas longe e sinto saudades, desejo estar perto, desejo simplesmente passar um tempo junto, conversando. Será que dessa vez vai ser diferente? Será que dessa vez eu realmente vou ter um namoro de verdade? Um namoro em que ambas as partes estão comprometidas? Espero que sim! (:

Quem nunca extrapolou que atire a primeira pedra

Atire a primeira pedra quem nunca riu demais, nunca chorou demais. Nunca aguentou demais. Nunca amou demais. Nunca brincou demais. Nunca mentiu demais. São coisas da vida. Coisas que qualquer ser humano DEVE passar. Nós temos que, pelo menos uma vez na vida, realizar isso. A pra algumas pessoas, mais de uma vez. Vou contar uma história. Ontem eu extrapolei. Ontem eu aguentei demais, e acabei chorando demais(a prova disso foi o psicologico mandando meu estomago se livrar de toda a comida que lá estava, se é que você me entende). Ontem várias coisas rodavam pela minha mente, tudo confuso, querendo uma explicação para todas as minha perguntas e teorias. Eu queria saber porque eu estava me sentindo daquele jeito, porque certas pessoas fazem tanta falta, porque eu agi daquele jeito, porque eu deixei de fazer certas coisas. E por mais que eu procurasse uma resposta, a unica coisa que a minha mente conseguia gritar para mim era: "Não tem explicação!" É... essas coisas acontecem com ...

mentiras e omissões

Droga, eu descobri que eu odeio mentir. Eu fico com a sensação de que todo mundo sabe que é mentira ou que logo logo vão descobrir. O pior problema é que uma mentira leva a outra e logo isso vira um ciclo quase impossível se se sair. Além disso, eu acho que é tão dificil falar uma mentira. Eu lembro que quando eu era menor, eu mentia sem problema algum, muitas vezes olhando nos olhos das pessoas. E isso agora é uma tarefa quase impossivel pra mim. Omitir é outra coisa. Omitir eh algo que eu sei fazer, e muito bem, ainda por cima. Agora mentir?! É, acho que não. O pior de tudo é quando eu preciso mentir. Alguns podem falar: Tá, ninguem precisa mentir. Mas vamos supor que se voce falar a verdade, pode acabar muito mal. A primeira reação, o que o meu cerebro reptiliano(pra quem nao ta por dentro da teoria do cerebro triuno, é a parte do cerebro responsavel pelo instinto) me obriga a fazer, é mentir. Mentir a primeira coisa que se passa na minha cabeça. Mas, é... Eu ODEIO mentiras e... Si...

Chuva

Chuva, Chuva, Chuva. As vezes parece que lava a nossa alma, as vezes parece que lava nossas roupas mesmo. A chuva de hoje, até com granizo, me fez tão bem. E algo me diz que não tem nada a ver com os beijos trocados sob ela. Simplesmente foi bom estar lá, olhando para o céu e sentindo os pingos de chuva caindo sobre o meu rosto. Me lembrou de quando eu era pequena(menor do que sou hoje...) e gostava de ficar na chuva, deitada no chão, e pouco me preocupando com os gritos da minha mãe de "Você vai pegar uma pneumonia!", "Sai da chuva, Pri!" e "Pelo menos coloca um casaco!". Acho que no final ela entendeu que aquilo me fazia bem, e então ela simplesmente foi me deixando lá. E eu fui parando de fazer isso. E agora, cada momento desse, me deixa tão tranquila, me lembrando da infância e de como eu não tinha preocupações, e era só viver. Agora temos que sobreviver. Bom, chega de falar de passado, voltando para o presente, a chuva de hoje, infelizmente, também me...

A favor de uma vida sem rótulos

A grande questão: Por que nós temos que viver cercado de rótulos? Héterosexual, Bisexual, Homosexual. Qual é o problema em amar o que está dentro da pessoa e não fora dela? Por que temos que amar saindo de um pressuposto de que garotas só devem gostar de garotos e vice-versa? O que aconteceu com o "o que te fizer feliz"? A desculpa dos pais é de que não quer que o filho(a) goste de alguém do mesmo sexo, pois ele(a)pode vir a sofrer. Mas de que adianta essa preocupação? Toda e qualquer pessoa sofre, homosexual ou não. Amor não-correspondido também nos faz sofrer, mas é 'proibido' amar alguém que não te ama? Não, o sofrer faz parte do crescer. Como deveriamos conhecer a felicidade sem saber o que é a tristeza? Entendem o que eu quero dizer? ... O que seria do azul, se todos gostassem de branco, não é?! Vocês que me conhecem sabiam que isso estava vindo, né?! hehe