Vai ter textão, sim...
Eu sei que eu ainda to um pouco adiantada nesse textão, que eu ia escrever depois de terminar o tal do TCC, mas eu sinto que eu já posso escrever um pouco sobre, então vou começar agora, 2 semanas antes de realmente entregar.
Bom, eu não sei como é a experiência para todo mundo, mas eu sei como foi pra mim. Eu sei que pra mim, não foi fácil. Não foi nem um pouco fácil. A primeira tentativa teve que ser interrompida por motivos pessoais, dos quais ambos os integrantes da equipe ainda sofrem. A perda de alguém muito próximo que além de saudade, deixou um buraco nos nossos corações. Não estávamos prontos para continuar batalhando com esse buraco, por isso demos um tempo. De Outubro a Março, foi o tempo que tiramos, cinco meses. Em Fevereiro, tive que passar por outro buraco na estrada, a minha demissão. Tentei encarar da melhor forma possível, afinal, naquele momento, nada iria me afetar tanto quando aquele buraco de cinco meses atrás. E pelo menos agora eu teria mais tempo para me dedicar ao projeto. Fevereiro acabou mais rápido do que eu imaginei e Março chegou batendo na porta, com o projeto nos braços. Foi quando começamos a trabalhar de novo nele, prontos para correr atrás das coisas, para estudar, para tentar e tentar, e quebrar a cara e tentar de novo. Eu me estressei mais do que eu gostaria. Peguei mais de mil gripes e resfriados, fiz minha primeira endoscopia, pois as dores de estômago estavam me matando, tive refluxo e esofagite, tive meses de acne, tive momentos em que eu queria chorar (e outros que eu realmente chorei), tive momentos em que eu queria desistir. Tive momentos (e muitos deles) em que eu duvidei de mim mesma quanto a capacidade de realizar qualquer coisa dentro desse projeto, quando eu achei que não fosse capaz, mesmo. Eu só conseguia pensar em o quanto eu ainda tinha pra fazer, e parecia que nunca iria acabar.
Mas veja só, o dia chegou, e nós conseguimos. Eu consegui. Eu sou mais forte e mais capaz do que sempre achei que fosse, e só descobri agora. Por incrível que pareça, estou realmente satisfeita com o resultado, e satisfeita comigo mesma. É estranho pensar agora que eu duvidei que fosse conseguir. Porque agora que passou, pareceu tão fácil. Mas eu não vou me deixar enganar, porque não foi fácil. Foi muito difícil, emocionalmente falando. Eu sei que foi difícil porque eu ainda lembro desses momentos que eu falei aí em cima.
Eu tive que me esforçar como nunca antes, e eu sei que eu posso ter sido realmente um pé no saco pra algumas pessoas que tiveram que me aguentar durante o processo. Por isso que eu gostaria também de pedir desculpas por todas as pessoas que vinham conversar comigo, e me chamar pra fazer alguma coisa, e a minha resposta era: "Desculpa, não posso. TCC."
Eu deixei de fazer muitas coisas, algumas que eu gostaria muito de ter feito, mas por outro lado, eu trabalhei tanto em cima do projeto, que na apresentação final, eu apresentei como se fosse um filho, que eu aprendi a amar e criar da melhor maneira que eu podia. E pelo jeito eu consegui fazer um bom trabalho, e estou tão orgulhosa quanto uma mãe que vê o filho criando asas e seguindo seu próprio caminho no mundo.
Eu estou orgulhosa do meu filho e de mim, estou muito agradecida com a compreensão das pessoas ao meu redor que, ou me apoiaram de alguma forma, ou entenderam que eu estava passando por um momento difícil, estou muito feliz com o resultado (e consequente aprovação) e estou curiosa para saber meu destino daqui pra frente. Eu estou sentindo todas essas coisas no momento. Uma confusão de sentimentos, sim. Mas nenhum deles é ruim. E isso é algo que me deixa mais feliz ainda.
Enfim, espero que o que venha pela frente seja tão interessante quanto foi esse TCC, cheio de altos e baixos, mas que no final, tenha um resultado surpreendentemente bom.
Bom, eu não sei como é a experiência para todo mundo, mas eu sei como foi pra mim. Eu sei que pra mim, não foi fácil. Não foi nem um pouco fácil. A primeira tentativa teve que ser interrompida por motivos pessoais, dos quais ambos os integrantes da equipe ainda sofrem. A perda de alguém muito próximo que além de saudade, deixou um buraco nos nossos corações. Não estávamos prontos para continuar batalhando com esse buraco, por isso demos um tempo. De Outubro a Março, foi o tempo que tiramos, cinco meses. Em Fevereiro, tive que passar por outro buraco na estrada, a minha demissão. Tentei encarar da melhor forma possível, afinal, naquele momento, nada iria me afetar tanto quando aquele buraco de cinco meses atrás. E pelo menos agora eu teria mais tempo para me dedicar ao projeto. Fevereiro acabou mais rápido do que eu imaginei e Março chegou batendo na porta, com o projeto nos braços. Foi quando começamos a trabalhar de novo nele, prontos para correr atrás das coisas, para estudar, para tentar e tentar, e quebrar a cara e tentar de novo. Eu me estressei mais do que eu gostaria. Peguei mais de mil gripes e resfriados, fiz minha primeira endoscopia, pois as dores de estômago estavam me matando, tive refluxo e esofagite, tive meses de acne, tive momentos em que eu queria chorar (e outros que eu realmente chorei), tive momentos em que eu queria desistir. Tive momentos (e muitos deles) em que eu duvidei de mim mesma quanto a capacidade de realizar qualquer coisa dentro desse projeto, quando eu achei que não fosse capaz, mesmo. Eu só conseguia pensar em o quanto eu ainda tinha pra fazer, e parecia que nunca iria acabar.
Mas veja só, o dia chegou, e nós conseguimos. Eu consegui. Eu sou mais forte e mais capaz do que sempre achei que fosse, e só descobri agora. Por incrível que pareça, estou realmente satisfeita com o resultado, e satisfeita comigo mesma. É estranho pensar agora que eu duvidei que fosse conseguir. Porque agora que passou, pareceu tão fácil. Mas eu não vou me deixar enganar, porque não foi fácil. Foi muito difícil, emocionalmente falando. Eu sei que foi difícil porque eu ainda lembro desses momentos que eu falei aí em cima.
Eu tive que me esforçar como nunca antes, e eu sei que eu posso ter sido realmente um pé no saco pra algumas pessoas que tiveram que me aguentar durante o processo. Por isso que eu gostaria também de pedir desculpas por todas as pessoas que vinham conversar comigo, e me chamar pra fazer alguma coisa, e a minha resposta era: "Desculpa, não posso. TCC."
Eu deixei de fazer muitas coisas, algumas que eu gostaria muito de ter feito, mas por outro lado, eu trabalhei tanto em cima do projeto, que na apresentação final, eu apresentei como se fosse um filho, que eu aprendi a amar e criar da melhor maneira que eu podia. E pelo jeito eu consegui fazer um bom trabalho, e estou tão orgulhosa quanto uma mãe que vê o filho criando asas e seguindo seu próprio caminho no mundo.
Eu estou orgulhosa do meu filho e de mim, estou muito agradecida com a compreensão das pessoas ao meu redor que, ou me apoiaram de alguma forma, ou entenderam que eu estava passando por um momento difícil, estou muito feliz com o resultado (e consequente aprovação) e estou curiosa para saber meu destino daqui pra frente. Eu estou sentindo todas essas coisas no momento. Uma confusão de sentimentos, sim. Mas nenhum deles é ruim. E isso é algo que me deixa mais feliz ainda.
Enfim, espero que o que venha pela frente seja tão interessante quanto foi esse TCC, cheio de altos e baixos, mas que no final, tenha um resultado surpreendentemente bom.
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