A viagem
A viagem já começou com eu perdendo o vôo e tendo que remarcar para o próximo vôo, que por sorte era 1 hora depois. Nesse vôo de Curitiba a São Paulo, eu sentei na poltrona 9B, entre um cara que apagou antes do avião decolar e outro que gostava muito de conversar com um cara da fileira anterior. Deu o tempo exato de ler toda a revista e cheguei em São Paulo as 15:15. Peguei minha bagagem meia hora depois e andei, andei, andei e andei até o terminal 3, a ala internacional onde eu iria fazer o check in. Cheguei as 16:00, e fiquei sabendo que o check in só começaria as 17 horas. Fiquei esperando mais um pouco e quando finalmente abriu, fiquei em uma fila quilométrica. Fiz o check in e entrei na área de embarque as 18 horas. Procurei a sala VIP MasterCard Black, e foi onde eu fiquei até o próximo vôo pra Newark.
Na sala VIP tinha tomadas pra carregar o celular, comidas e bebidas, free wi-fi e até um painel com os vôos.
As 20:00 eu fui procurar o portão em que eu embarcaria, e sorte que eu fui antes, pois quase errei o portão e fui pra Seattle. Eu fiquei algum tempo esperando no portão errado, e acho que lá por 20:15 eu percebi que estava no lugar errado. O portão certo era o último.
O segundo vôo, pra Newark passou mais rápido do que eu esperava. Eu embarquei e logo o moço que sentaria do meu lado apareceu. Camisa da seleção brasileira (sua camisa dizia que seu nome era Lukas), e um cheiro não muito agradável.
Assim que terminou o embarque, um comissário de bordo gentilmente pediu para que eu e o (provavelmente) Lukas mudassemos de lugar pois havia tido uma confusão, e aqueles lugares eram reservados para a tripulação descansar. Ele nos mostrou nossos novos lugares e eu continuei na janela, então estava tudo bem. Não que tenha dado pra ver alguma coisa. Voamos sobre o mar na maior parte do tempo, e durante a noite. Assisti Inside Out no começo do vôo. Aí o jantar foi servido: "Chicken or beef?". Eu tenho a teoria que quando em dúvida, sempre prefira chicken. E acredito que eu tenha acertado na escolha. Era um prato com cubinhos de frango, cenoura e arroz amarelo. E tinha uma farofa estranha que eu não comi, e um pão com manteiga que eu guardei pro café da manhã.
O senhor que estava do meu lado pediu carne e não parecia tão bom quanto o meu. Depois da janta comecei a ficar com sono. Dormi um pouco, acordando sempre, claro, mas fiquei assim até umas 3 da manhã. Quando acordei, vi que faltavam apenas 2 horas pra chegar em Newark. Foram duas horas beeem longas, acompanhando o mapa da tela do avião. Faltando 1 hora pra chegar, serviram o café da manhã. Um croissant com geléia de goiaba. O croissant tava tão bom que eu não tive coragem de colocar geléia.
Cheguei em Newark as 5:30 da manhã. 20 minutos antes do estimado. Fui de lá direto pra imigração. Tinha uma fila considerável. Não gigaante, mas grandinha. Quando chegou a minha vez, o policial perguntou se eu ia estudar, e onde, e então agradeceu e fim. Fui para a esteira de bagagem e fiquei nervosa e perdida. Eu deveria pegar? Eu deveria deixar ali que as pessoas da United colocariam no proximo vôo?
Por sorte, uma moça querida viu meu desespero e me falou que, mesmo com conexão, eu deveria pegar a minha bagagem e passar na conferência, para depois despachar de novo. Lá fui eu para outra fila pra conferirem minha mala, e mais a frente, outro cara pegou a minha mala e me informou que o meu vôo sairia do portão C71. Fui seguindo as indicações até a security check de todos os portões. Mais uma fila. Não tinha ninguém que conseguia passar sem os sensores apitarem da primeira vez que passavam. E a moça da segurança insistia: "Não é difícil, pessoal. Tirem TODOS os metais do seu corpo". E realmente, pra mim não foi difícil. Eu passei direto já na primeira tentativa. De lá, saí rapido para procurar o portão C71, que surpreendentemente era o primeiro. Não tinha ninguém na fila do grupo 3, que era o meu grupo, então aproveitei a oportunidade pra procurar um banheiro, que era logo ali, a uns 15 metros do portão C71. Quando voltei para o portão já tinha uma pequena fila. Esperei 5-10 minutos para dar o horário de embarque e já entrei. Horário quase cronometrado pra dar certo. Logo saindo de Newark já vi casinhas lindas, campos de golfe lindos e paisagens lindas.
Do meu lado nesse vôo, um cara que também começou a dormir antes do avião decolar. Parece que as pessoas gostam mesmo de dormir em aviões. Uma pena, porque estavam perdendo paisagens lindas pela janela. Que depois de um tempo começaram a ficar repetitivas por serem planas demais e parecendo uma colcha de retalhos. Mas então, na metade da viagem, Montanhas! E ficou tudo lindo de novo. As montanhas não são tão legais quanto as do Brasil, e parecem ou pedras gigantes, ou pilhas de poeira, mas acho que tem a sua beleza. E o meu colega de vôo ainda dormindo ao meu lado.
Depois das montanhas, vieram os Canyons, e depois uma parte que eu pude jurar que era deserto. Logo as montanhas voltaram, mas diferentes das primeiras. Eram montanhas isoladas, e algumas delas, lindas, com o pico nevado. Essa viagem foi de todas a mais cansativa e mais demorada.
Cheguei em São Francisco e o aeroporto já era lindo, imagina como seria a cidade!
O vôo pra Medford foi muito rápido, e tinha um tipo de Wi-Fi que possibilitava algumas coisas, como acompanhar o trajeto do avião no mapa online, e foi o que eu fiz durante a 1 hora de viagem.
Na sala VIP tinha tomadas pra carregar o celular, comidas e bebidas, free wi-fi e até um painel com os vôos.
As 20:00 eu fui procurar o portão em que eu embarcaria, e sorte que eu fui antes, pois quase errei o portão e fui pra Seattle. Eu fiquei algum tempo esperando no portão errado, e acho que lá por 20:15 eu percebi que estava no lugar errado. O portão certo era o último.
O segundo vôo, pra Newark passou mais rápido do que eu esperava. Eu embarquei e logo o moço que sentaria do meu lado apareceu. Camisa da seleção brasileira (sua camisa dizia que seu nome era Lukas), e um cheiro não muito agradável.
Assim que terminou o embarque, um comissário de bordo gentilmente pediu para que eu e o (provavelmente) Lukas mudassemos de lugar pois havia tido uma confusão, e aqueles lugares eram reservados para a tripulação descansar. Ele nos mostrou nossos novos lugares e eu continuei na janela, então estava tudo bem. Não que tenha dado pra ver alguma coisa. Voamos sobre o mar na maior parte do tempo, e durante a noite. Assisti Inside Out no começo do vôo. Aí o jantar foi servido: "Chicken or beef?". Eu tenho a teoria que quando em dúvida, sempre prefira chicken. E acredito que eu tenha acertado na escolha. Era um prato com cubinhos de frango, cenoura e arroz amarelo. E tinha uma farofa estranha que eu não comi, e um pão com manteiga que eu guardei pro café da manhã.
O senhor que estava do meu lado pediu carne e não parecia tão bom quanto o meu. Depois da janta comecei a ficar com sono. Dormi um pouco, acordando sempre, claro, mas fiquei assim até umas 3 da manhã. Quando acordei, vi que faltavam apenas 2 horas pra chegar em Newark. Foram duas horas beeem longas, acompanhando o mapa da tela do avião. Faltando 1 hora pra chegar, serviram o café da manhã. Um croissant com geléia de goiaba. O croissant tava tão bom que eu não tive coragem de colocar geléia.
Cheguei em Newark as 5:30 da manhã. 20 minutos antes do estimado. Fui de lá direto pra imigração. Tinha uma fila considerável. Não gigaante, mas grandinha. Quando chegou a minha vez, o policial perguntou se eu ia estudar, e onde, e então agradeceu e fim. Fui para a esteira de bagagem e fiquei nervosa e perdida. Eu deveria pegar? Eu deveria deixar ali que as pessoas da United colocariam no proximo vôo?
Por sorte, uma moça querida viu meu desespero e me falou que, mesmo com conexão, eu deveria pegar a minha bagagem e passar na conferência, para depois despachar de novo. Lá fui eu para outra fila pra conferirem minha mala, e mais a frente, outro cara pegou a minha mala e me informou que o meu vôo sairia do portão C71. Fui seguindo as indicações até a security check de todos os portões. Mais uma fila. Não tinha ninguém que conseguia passar sem os sensores apitarem da primeira vez que passavam. E a moça da segurança insistia: "Não é difícil, pessoal. Tirem TODOS os metais do seu corpo". E realmente, pra mim não foi difícil. Eu passei direto já na primeira tentativa. De lá, saí rapido para procurar o portão C71, que surpreendentemente era o primeiro. Não tinha ninguém na fila do grupo 3, que era o meu grupo, então aproveitei a oportunidade pra procurar um banheiro, que era logo ali, a uns 15 metros do portão C71. Quando voltei para o portão já tinha uma pequena fila. Esperei 5-10 minutos para dar o horário de embarque e já entrei. Horário quase cronometrado pra dar certo. Logo saindo de Newark já vi casinhas lindas, campos de golfe lindos e paisagens lindas.
Do meu lado nesse vôo, um cara que também começou a dormir antes do avião decolar. Parece que as pessoas gostam mesmo de dormir em aviões. Uma pena, porque estavam perdendo paisagens lindas pela janela. Que depois de um tempo começaram a ficar repetitivas por serem planas demais e parecendo uma colcha de retalhos. Mas então, na metade da viagem, Montanhas! E ficou tudo lindo de novo. As montanhas não são tão legais quanto as do Brasil, e parecem ou pedras gigantes, ou pilhas de poeira, mas acho que tem a sua beleza. E o meu colega de vôo ainda dormindo ao meu lado.
Depois das montanhas, vieram os Canyons, e depois uma parte que eu pude jurar que era deserto. Logo as montanhas voltaram, mas diferentes das primeiras. Eram montanhas isoladas, e algumas delas, lindas, com o pico nevado. Essa viagem foi de todas a mais cansativa e mais demorada.
Cheguei em São Francisco e o aeroporto já era lindo, imagina como seria a cidade!
O vôo pra Medford foi muito rápido, e tinha um tipo de Wi-Fi que possibilitava algumas coisas, como acompanhar o trajeto do avião no mapa online, e foi o que eu fiz durante a 1 hora de viagem.

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