Gamification
Todos sabem que jogos estão em alta, na moda, e a comunidade "nerd" que antes era odiada, e sofria bullying no ensino fundamental, agora é aclamada e venerada. E eu me pergunto, tem como sair alguma coisa boa dessa onda de games? Será que tem um bom motivo pra eu não odiar a tudo e a todos que agora se dizem nerd, quando antes me julgavam porque eu gostava de jogar meu nintendo 64 e Gameboy?
Eu acreditava que não. Que tudo isso era apenas uma modinha, e que logo passaria, e não deixaria nenhum vestígio. Mas aí eu me deparo com o termo "Gamification". Vocês sabem o que é Gamification? Ou ludificação, em português?
A wikipédia diz que "a Ludificação é o uso de técnicas de design de jogos que utilizam mecânicas de jogos e pensamentos orientados a jogos para enriquecer contextos diversos normalmente não relacionados a jogos." Ou seja, utilizar essa hype de jogos para um bem maior. Uma estratégia para que as pessoas pensem fora da caixa, fazer usuários desenvolverem comportamentos desejados, ajudar na resolução de problemas do cotidiano, e também ensinar de forma divertida e sem distrações. O ser humano tem uma predisposição para jogos, tudo fica mais interessante com jogos. Nós aprendemos a jogar e brincar desde muito cedo, e isso faz com que aprendamos muito mais rápido qualquer conteúdo, se estiver vinculado com jogos. Só um fato que eu achei interessante acrescentar aqui, 92% das crianças até 2 anos já são jogadoras(!).
Tem todo um estudo a respeito da ludificação, que envolve tanto a área de Game Design, quanto a área de Marketing, Psicologia, Administração, Tecnologias da Informação, e por aí vai. Eu, como aspirante a Designer, e com um pézinho em Psicologia, me interessei mais pela parte de "Game Design centrado no usuário". O que seria isso? Bom, o design centrado no usuário é, basicamente, o desenvolvimento de um produto ou interface que visa a melhor forma de utilização pelo usuário, estudando esse usuário e conhecendo seus gostos, preferências, características de uso, e tudo mais. O game design centrado no usuário é praticamente isso, porém, aqui o usuário é o jogador. Conhecer como o jogador pensa, o que ele quer em um jogo, quando ele quer jogar e por que ele quer jogar são coisas fundamentais na elaboração de um jogo, seja para uma empresa, uma escola ou até para lazer.
E sobre o futuro? Lembra que eu falei sobre ser só uma modinha que logo passaria? Agora eu espero que não. Espero que isso continue crescendo do jeito que tá crescendo, para que deixe vestígios, e vestígios bons. Quero que os jogos estejam em alta quando as pessoas precisarem recuperar-se de doenças psicológicas como depressão e traumas, para que através dos jogos elas vençam seus medos e se superem. Quero que estejam aí quando as crianças se sentirem desestimuladas para aprender, para que com a ajuda dos jogos, elas possam se divertir enquanto aprendem. E principalmente quero que os jogos estejam na moda, para que todos possam, assim como eu, não apenas sobreviver no mundo, mas viver de verdade, sabendo que está fazendo algo útil no mundo(mesmo que minha mãe ainda ache que jogar não pode ser considerada uma coisa útil).
Sinceramente, esse é um assunto que me chamou a atenção desde antes de eu conhecer o termo, quando eu assisti a Jane McGonigal falar em uma palestra do TED sobre isso. Talvez pelo meu interesse em tanto jogos, quanto psicologia, eu achei esse assunto fascinante e gostaria de compartilhar com todo mundo.
P.S.: Se interessar, aconselho procurar o livro Gamification, Inc - MJV, e as palestras no YouTube da Jane McGonigal.
Eu acreditava que não. Que tudo isso era apenas uma modinha, e que logo passaria, e não deixaria nenhum vestígio. Mas aí eu me deparo com o termo "Gamification". Vocês sabem o que é Gamification? Ou ludificação, em português?
A wikipédia diz que "a Ludificação é o uso de técnicas de design de jogos que utilizam mecânicas de jogos e pensamentos orientados a jogos para enriquecer contextos diversos normalmente não relacionados a jogos." Ou seja, utilizar essa hype de jogos para um bem maior. Uma estratégia para que as pessoas pensem fora da caixa, fazer usuários desenvolverem comportamentos desejados, ajudar na resolução de problemas do cotidiano, e também ensinar de forma divertida e sem distrações. O ser humano tem uma predisposição para jogos, tudo fica mais interessante com jogos. Nós aprendemos a jogar e brincar desde muito cedo, e isso faz com que aprendamos muito mais rápido qualquer conteúdo, se estiver vinculado com jogos. Só um fato que eu achei interessante acrescentar aqui, 92% das crianças até 2 anos já são jogadoras(!).
Tem todo um estudo a respeito da ludificação, que envolve tanto a área de Game Design, quanto a área de Marketing, Psicologia, Administração, Tecnologias da Informação, e por aí vai. Eu, como aspirante a Designer, e com um pézinho em Psicologia, me interessei mais pela parte de "Game Design centrado no usuário". O que seria isso? Bom, o design centrado no usuário é, basicamente, o desenvolvimento de um produto ou interface que visa a melhor forma de utilização pelo usuário, estudando esse usuário e conhecendo seus gostos, preferências, características de uso, e tudo mais. O game design centrado no usuário é praticamente isso, porém, aqui o usuário é o jogador. Conhecer como o jogador pensa, o que ele quer em um jogo, quando ele quer jogar e por que ele quer jogar são coisas fundamentais na elaboração de um jogo, seja para uma empresa, uma escola ou até para lazer.
E sobre o futuro? Lembra que eu falei sobre ser só uma modinha que logo passaria? Agora eu espero que não. Espero que isso continue crescendo do jeito que tá crescendo, para que deixe vestígios, e vestígios bons. Quero que os jogos estejam em alta quando as pessoas precisarem recuperar-se de doenças psicológicas como depressão e traumas, para que através dos jogos elas vençam seus medos e se superem. Quero que estejam aí quando as crianças se sentirem desestimuladas para aprender, para que com a ajuda dos jogos, elas possam se divertir enquanto aprendem. E principalmente quero que os jogos estejam na moda, para que todos possam, assim como eu, não apenas sobreviver no mundo, mas viver de verdade, sabendo que está fazendo algo útil no mundo(mesmo que minha mãe ainda ache que jogar não pode ser considerada uma coisa útil).
Sinceramente, esse é um assunto que me chamou a atenção desde antes de eu conhecer o termo, quando eu assisti a Jane McGonigal falar em uma palestra do TED sobre isso. Talvez pelo meu interesse em tanto jogos, quanto psicologia, eu achei esse assunto fascinante e gostaria de compartilhar com todo mundo.
P.S.: Se interessar, aconselho procurar o livro Gamification, Inc - MJV, e as palestras no YouTube da Jane McGonigal.
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